Antes de criar uma rede social própria, vamos ocupar bem as redes que já existem.
A República em Jogo começa como uma infraestrutura editorial aberta: placar, fonte, comparação, pergunta pública e solução. Nesta fase, não há login, cadastro, formulário de contribuição, perfil de usuário ou caixa interna de comentários. O diálogo acontece em redes sociais, grupos, comunidades e espaços públicos externos.
Leia aqui. Converse em público. Traga a fonte de volta para o jogo.
A plataforma organiza a evidência; as redes organizam a conversa.
Comece por uma pergunta concreta.
Abra uma súmula, confira a comparação internacional e identifique o ponto que merece debate.
Compartilhe com contexto.
Use o botão de WhatsApp ou o compartilhamento nativo. O link da página leva título, dado, fonte e pergunta para a conversa.
Discorde com recibo.
Se encontrar dado melhor, metodologia diferente ou solução relevante, publique a fonte e convide outras pessoas a conferir.
Funcionalidade só entra quando resolver um problema real.
Login e perfis
Podem fazer sentido quando houver jornadas personalizadas, turmas, curadoria distribuída ou reconhecimento de contribuições.
Submissões internas
Só devem existir com regras claras de moderação, privacidade, transparência e responsabilidade editorial.
Comunidades próprias
Antes de construir mais uma rede, a prioridade é aprender onde e como as conversas sobre cada partida realmente acontecem.