Setor TIC
Hardware, software, telecomunicações, plataformas, dados, serviços digitais e infraestrutura tecnológica.
Ver modalidade →As Olimpíadas transformam diagnósticos territoriais em uma competição de aprendizagem. Cada modalidade reúne provas ligadas aos quatro objetivos fundamentais da República. Os territórios disputam pódios apenas com pares comparáveis; referências internacionais funcionam como recordes e repertório de soluções. A evolução do próprio território e a cooperação entre delegações também entram no quadro.
Competir para inovar. Cooperar para integrar. Aprender para avançar. A lógica olímpica não é produzir um campeão absoluto, mas tornar visíveis capacidades, lacunas, boas trajetórias e alianças capazes de acelerar o desenvolvimento.
Não há nota territorial única. Cada prova publica indicador, regra, fonte, grupo comparável, referência internacional e grau de confiança.
A delegação define perímetro funcional, missão, coalizão local e linha de base. Sem dados mínimos, participa da preparação, mas não do pódio.
O desempenho é comparado com territórios de função e escala razoavelmente semelhantes. Cada prova tem pódio próprio; não existe soma automática de tudo em uma nota 0–100.
A plataforma registra evolução desde a linha de base e projetos cooperativos entre territórios. Liderar também significa puxar a rede para cima.
Cada modalidade corresponde a um sistema produtivo ou tecnológico no qual capacidades territoriais podem ser observadas, comparadas e mobilizadas. A abertura exige critérios públicos, dados mínimos e referências externas de qualidade.
Hardware, software, telecomunicações, plataformas, dados, serviços digitais e infraestrutura tecnológica.
Ver modalidade →Conhecimento da biodiversidade, biotecnologia, cadeias sustentáveis e repartição de valor.
Pesquisa clínica, produção, dados, acesso, vigilância e inovação orientada a necessidades públicas.
Energia limpa, materiais, descarbonização, circularidade e empregos de qualidade.
Shenzhen–Hong Kong–Guangzhou, Tokyo–Yokohama, San Jose–San Francisco, Beijing e Seoul continuam como referências de fronteira. Eles ajudam a mostrar o que é possível e por quais mecanismos. O pódio brasileiro, porém, só é homologado entre territórios com dados e recortes comparáveis.
Referência de escala industrial, ciência, patentes e capital.
Referência de engenharia, manufatura avançada e propriedade intelectual.
Referência de software, semicondutores, plataformas, startups e capital.
Referência de pesquisa, IA, universidades e empresas tecnológicas.
Referência de eletrônica, telecomunicações, manufatura e intensidade de inovação.
Comparabilidade antes do espetáculo: recortes territoriais, escalas e disponibilidade de dados diferem. Por isso, uma referência global pode aparecer na mesma tabela analítica sem disputar a mesma medalha.
Recorde não é receita: cada caso internacional serve para identificar mecanismos e limites, não para importar um modelo institucional pronto.
Os oito indicadores anteriores passam a ser tratados como provas. Cada prova tem resultado próprio; os quatro objetivos constitucionais organizam o programa, mas deixam de ser somados mecanicamente em uma nota total.
Recordes globais + linha de base brasileira por capacidade; medalhas só após homologação de pares comparáveis.
Objetivo I · prova publicadaCoordenação, estratégia, transparência e continuidade — com destaque para trajetórias brasileiras.
Potência tecnológica e governança já têm apurações exploratórias. As outras seis provas ainda precisam ser homologadas. Até lá, o quadro mostra destaques por prova e mantém separadas três dimensões: desempenho, evolução e cooperação.
Medalhas só podem ser atribuídas entre territórios com perímetro, indicador e evidência comparáveis. A tabela de cada prova mostra também recordes internacionais fora do pódio doméstico.
Quando houver uma segunda medição, o território poderá ser reconhecido por avanço em relação à própria linha de base, evitando que apenas os já ricos apareçam como vencedores.
Projetos com entrega verificável entre duas ou mais delegações — infraestrutura, formação, P&D, fornecedores ou soluções públicas — podem gerar reconhecimento cooperativo.
| Território brasileiro | Potência tecnológica | Governança | Evolução | Cooperação | Situação |
|---|---|---|---|---|---|
| Brasília-DF | GovTech + IA + demanda pública | governança em consolidação | linha de base 2026 | candidata · rede nacional GovTech | potencial de primeiro cliente |
| Campinas | ciência + engenharia + deep tech | coordenação distribuída forte | linha de base 2025/26 | candidata · Campinas ↔ Manaus | base científico-tecnológica profunda |
| Florianópolis | densidade empresarial e software | rede densa | linha de base 2025/26 | candidata · Florianópolis ↔ Recife | escala empreendedora |
| Manaus | indústria + PD&I recorrente | instrumentos robustos | linha de base 2024/26 | candidata · Manaus ↔ Campinas | transformação a demonstrar |
| Recife · Porto Digital | escala organizada em software | referência provisória | linha de base 2025/26 | candidata · Recife ↔ Florianópolis | governança madura |
A qualificatória deixa de ser uma corrida por pontos contra megaclusters globais. Ela passa a verificar se o território está pronto para uma comparação útil e para acompanhar a própria evolução.
Acompanhe a prova, conteste evidências, encontre uma solução em outro território e ajude a transformar comparação em cooperação.
Veja o pódio da prova, o recorde de referência e a distância do território para seus pares.
Aprenda por que desempenho absoluto, evolução e cooperação respondem a perguntas diferentes.
Traga uma evidência local ou uma prática de outro território que possa melhorar a próxima rodada.
Forme uma coalizão, publique a linha de base e proponha uma missão cooperativa entre territórios.
Para cada prova, a República em Jogo deve publicar unidade territorial, indicador, período, regra de normalização, grupo comparável, tratamento de dados ausentes, referência externa e grau de confiança. Mudança metodológica relevante abre novo ciclo de apuração, sem reescrever silenciosamente a rodada anterior.