Curadoria editorial permanente.Dados e fontes são revisados periodicamente.
Olimpíadas dos Territórios · competir, cooperar e avançar

Território forte não é o que vence um ranking. É o que aprende, cria valor e melhora a vida de quem está nele.

As Olimpíadas transformam diagnósticos territoriais em uma competição de aprendizagem. Cada modalidade reúne provas ligadas aos quatro objetivos fundamentais da República. Os territórios disputam pódios apenas com pares comparáveis; referências internacionais funcionam como recordes e repertório de soluções. A evolução do próprio território e a cooperação entre delegações também entram no quadro.

Competir para inovar. Cooperar para integrar. Aprender para avançar. A lógica olímpica não é produzir um campeão absoluto, mas tornar visíveis capacidades, lacunas, boas trajetórias e alianças capazes de acelerar o desenvolvimento.

pódios por provapares comparáveisrecordes internacionaisevolução + cooperação
Regulamento em uma tela

Amistoso prepara. Olimpíada testa capacidades. Medalha reconhece desempenho verificável.

Não há nota territorial única. Cada prova publica indicador, regra, fonte, grupo comparável, referência internacional e grau de confiança.

1

Entrar

A delegação define perímetro funcional, missão, coalizão local e linha de base. Sem dados mínimos, participa da preparação, mas não do pódio.

2

Competir

O desempenho é comparado com territórios de função e escala razoavelmente semelhantes. Cada prova tem pódio próprio; não existe soma automática de tudo em uma nota 0–100.

3

Aprender e cooperar

A plataforma registra evolução desde a linha de base e projetos cooperativos entre territórios. Liderar também significa puxar a rede para cima.

Três leituras convivem: pódio da prova mostra excelência entre pares; marca de evolução mostra quem mais melhorou; cooperação registra entregas compartilhadas. Referências internacionais são recordes a perseguir e casos para estudar — não adversários artificiais no mesmo ranking.
Programa olímpico

Uma competição, várias modalidades de desenvolvimento.

Cada modalidade corresponde a um sistema produtivo ou tecnológico no qual capacidades territoriais podem ser observadas, comparadas e mobilizadas. A abertura exige critérios públicos, dados mínimos e referências externas de qualidade.

Modalidade inaugural

Setor TIC

Hardware, software, telecomunicações, plataformas, dados, serviços digitais e infraestrutura tecnológica.

Ver modalidade →
Em preparação

Bioeconomia

Conhecimento da biodiversidade, biotecnologia, cadeias sustentáveis e repartição de valor.

Em preparação

Saúde e biotecnologia

Pesquisa clínica, produção, dados, acesso, vigilância e inovação orientada a necessidades públicas.

Em preparação

Indústria verde

Energia limpa, materiais, descarbonização, circularidade e empregos de qualidade.

Modalidade inaugural · TIC

Os líderes globais viram recordes de referência — e não um pelotão artificial contra o Brasil.

Shenzhen–Hong Kong–Guangzhou, Tokyo–Yokohama, San Jose–San Francisco, Beijing e Seoul continuam como referências de fronteira. Eles ajudam a mostrar o que é possível e por quais mecanismos. O pódio brasileiro, porém, só é homologado entre territórios com dados e recortes comparáveis.

R1

Shenzhen–Hong Kong–Guangzhou

Referência de escala industrial, ciência, patentes e capital.

R2

Tokyo–Yokohama

Referência de engenharia, manufatura avançada e propriedade intelectual.

R3

San Jose–San Francisco

Referência de software, semicondutores, plataformas, startups e capital.

R4

Beijing

Referência de pesquisa, IA, universidades e empresas tecnológicas.

R5

Seoul

Referência de eletrônica, telecomunicações, manufatura e intensidade de inovação.

VAR da modalidade

Comparabilidade antes do espetáculo: recortes territoriais, escalas e disponibilidade de dados diferem. Por isso, uma referência global pode aparecer na mesma tabela analítica sem disputar a mesma medalha.

Recorde não é receita: cada caso internacional serve para identificar mecanismos e limites, não para importar um modelo institucional pronto.

Quatro objetivos · oito provas

O setor TIC disputa desenvolvimento — não apenas potência tecnológica.

Os oito indicadores anteriores passam a ser tratados como provas. Cada prova tem resultado próprio; os quatro objetivos constitucionais organizam o programa, mas deixam de ser somados mecanicamente em uma nota total.

I · Sociedade livre, justa e solidária

Instituições e confiança digital

  1. Governança do ecossistema: coordenação, estratégia, dados, participação e prestação de contas.
  2. Direitos e segurança: proteção de dados, cibersegurança, confiança e acesso a reparação.
2 provas
II · Desenvolvimento nacional

Inovação e captura de valor

  1. Potência tecnológica: ciência, patentes, empresas, capital e produtividade.
  2. Profundidade produtiva: P&D, fornecedores, exportações, produtos e escala.
2 provas
III · Superação da pobreza e desigualdades

Acesso, talentos e mobilidade

  1. Inclusão digital: conectividade acessível, dispositivos e uso qualificado.
  2. Mobilidade social: formação, primeiro emprego, renda e distribuição das oportunidades.
2 provas
IV · Bem de todos, sem preconceitos

Diversidade e sustentabilidade

  1. Participação e acessibilidade: gênero, raça, deficiência e desenho universal.
  2. Qualidade de vida e sustentabilidade: energia, emissões, resíduos, mobilidade e serviços inclusivos.
2 provas
Quadro de medalhas · modalidade TIC

Duas provas publicadas; medalhas gerais ainda não homologadas.

Potência tecnológica e governança já têm apurações exploratórias. As outras seis provas ainda precisam ser homologadas. Até lá, o quadro mostra destaques por prova e mantém separadas três dimensões: desempenho, evolução e cooperação.

🥇

Desempenho por prova

Medalhas só podem ser atribuídas entre territórios com perímetro, indicador e evidência comparáveis. A tabela de cada prova mostra também recordes internacionais fora do pódio doméstico.

↗

Marca de evolução

Quando houver uma segunda medição, o território poderá ser reconhecido por avanço em relação à própria linha de base, evitando que apenas os já ricos apareçam como vencedores.

⇄

Medalha de cooperação

Projetos com entrega verificável entre duas ou mais delegações — infraestrutura, formação, P&D, fornecedores ou soluções públicas — podem gerar reconhecimento cooperativo.

TIC · quadro provisório2 de 8 provas publicadas · v0.52
Território brasileiroPotência tecnológicaGovernançaEvoluçãoCooperaçãoSituação
Brasília-DFGovTech + IA + demanda públicagovernança em consolidaçãolinha de base 2026candidata · rede nacional GovTechpotencial de primeiro cliente
Campinasciência + engenharia + deep techcoordenação distribuída fortelinha de base 2025/26candidata · Campinas ↔ Manausbase científico-tecnológica profunda
Florianópolisdensidade empresarial e softwarerede densalinha de base 2025/26candidata · Florianópolis ↔ Recifeescala empreendedora
Manausindústria + PD&I recorrenteinstrumentos robustoslinha de base 2024/26candidata · Manaus ↔ Campinastransformação a demonstrar
Recife · Porto Digitalescala organizada em softwarereferência provisórialinha de base 2025/26candidata · Recife ↔ Florianópolisgovernança madura
Como ler: a v0.52 substitui as notas exploratórias pela linha de base qualitativa das duas provas atualizadas. Não há classificação geral nem medalha homologada. O próximo passo é fechar grupos de pares, métricas e segunda medição para reconhecer desempenho e evolução. Cooperação só vale quando houver entrega verificável. Abrir potência · Abrir governança.
Entrada aberta

Qualquer território pode formar uma delegação — desde que aceite jogar com dados e missão.

A qualificatória deixa de ser uma corrida por pontos contra megaclusters globais. Ela passa a verificar se o território está pronto para uma comparação útil e para acompanhar a própria evolução.

1 · Perímetro funcionalDefinir região, rede de cidades, polo ou cluster de forma justificável e estável.
2 · MissãoDeclarar qual transformação territorial se pretende acelerar e por que ela importa.
3 · Linha de basePublicar os dados mínimos das provas em que deseja competir, com fonte e data.
4 · Coalizão localIdentificar atores capazes de agir: empresas, ciência, governos, trabalhadores e sociedade.
5 · Compromisso de aprendizagemAceitar revisão do placar, contraditório, atualização periódica e compartilhamento de soluções.
Jornada do Cidadão · Olimpíadas dos Territórios

O melhor uso do pódio é descobrir o que fazer depois dele.

Acompanhe a prova, conteste evidências, encontre uma solução em outro território e ajude a transformar comparação em cooperação.

Agora👀 Torcedor

Veja o pódio da prova, o recorde de referência e a distância do território para seus pares.

Agora🎓 Categoria de Base

Aprenda por que desempenho absoluto, evolução e cooperação respondem a perguntas diferentes.

Missão🔭 Olheiro

Traga uma evidência local ou uma prática de outro território que possa melhorar a próxima rodada.

Próximas fases🤝 Delegação

Forme uma coalizão, publique a linha de base e proponha uma missão cooperativa entre territórios.

Regra de homologação

Uma medalha só vale quando o método também sobe ao pódio.

Para cada prova, a República em Jogo deve publicar unidade territorial, indicador, período, regra de normalização, grupo comparável, tratamento de dados ausentes, referência externa e grau de confiança. Mudança metodológica relevante abre novo ciclo de apuração, sem reescrever silenciosamente a rodada anterior.